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Archive for junho \30\America/Sao_Paulo 2017

Seja apenas espelho

“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra.” (Sl 46.10)

Espelho, aquela superfície polida que reflete a luz ou a imagem é um objeto muito popular. Quem não recorre a ele várias vezes por dia? O curioso é que apesar de ser um objeto estático, passivo, dificilmente alguém fica passivo e estático diante dele. Ele também tem a característica peculiar de ser realista e verdadeiro; reflete exatamente a imagem da pessoa que se coloca diante dele, sem disfarces, sem rodeios. E, assim, a pessoa pode fazer uma auto inspeção: se gostou do que viu, nada faz; caso contrário, se ajeita, retoca, tenta melhorar o visual.

Será que um crente pode se tornar uma espécie de espelho para outros crentes ou, até mesmo, para não crentes? Certamente que sim! Basta viver uma vida cristã piedosa (espiritualmente polida, de Cristo vivendo em seu interior) que, até mesmo sem pronunciar qualquer palavra, ele estará refletindo todas as imperfeições, sujeiras e desarrumação comportamental daqueles que o encaram de frente.

É melhor ser espelho e deixar Deus ser a mão: que usa o pente/escova para acertar o cabelo; que usa a água para limpar o rosto etc. Por que?

Quanto mais nos aproximamos de Deus e da sua Palavra, mais ficamos sensíveis ao que agrada ou desagrada a ele. Aí, corremos o grande risco de querer consertar tudo e todos ao nosso redor, como se Deus nos impusesse tal missão. Como consequência disso nos desgastamos com os outros, geramos inimizades, passamos a ser vistos e rotulados de hipersensíveis espirituais. Sofremos e fazemos sofrer. A questão que se coloca aqui não é a de ser omisso e aceitar passivamente a prática do pecado; é deixar Deus ser Deus.

Deus está no controle de todas as coisas. Ele previne, adverte, avisa e ensina em todo o tempo, de vários formas e maneiras. O homem crê ou não, obedece ou não. Ele deixa o homem agir. Quando o homem ignora seus avisos e faz o que não deveria fazer, ele mostra as consequências. A bíblia está repleta de exemplos neste sentido.

A questão é que não podemos nos expor tanto para tentar impedir que pessoas conscientemente desagradem a Deus, se Deus mesmo não faz isso. O aviso de Deus é muito claro: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.” (Gl 6.7). Além de colher as más consequências da sua má conduta, terá que prestar contas a Deus.

Seja um bom espelho (tipo padrão dos fiéis) para que as pessoas do teu convívio possam mirar e perceber, por si mesmas, o que precisam melhorar. Deixa Deus ser a mão que usará o instrumento que lhe aprouver, para corrigir o que precisa ser corrigido.

“torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza.” (1Tm 4.12)

“Mantém o padrão das sãs palavras que de mim ouviste com fé e com o amor que está em Cristo Jesus.” (2Tm 1.13)

“Torna-te, pessoalmente, padrão de boas obras. No ensino, mostra integridade, reverência,” (Tt 2.7)

Tipos de Oração

 

Introdução

Ninguém desconhece o fato de que a oração é um instrumento através do qual nos comunicamos com Deus. Nós, seres humanos, temos essa capacidade de comunicação vertical – com Deus, e horizontal – com os seres humanos e animais.

Como podemos nos comunicamos com Deus?

i.      Com a boca: – Falando (Oração)
  – Cantando (Hinos)
  – Emitindo sons (riso, choro etc.)
ii.      Com a mente: – Com pensamentos
iii.      Com o corpo: – Através de gestos, de ações, das emoções etc.
iv.      Com a vida: – Pelo conjunto da obra

Quando se fala em “tipo”, a intenção é se referir a “categoria de coisas agrupadas segundo algumas características”. Quando a temática é “tipos de oração”, pode-se abordar o assunto considerando-se o agrupamento das várias características, conforme o foco, a saber:

a) Local

A oração pode ser: dentro do quarto, no monte, no templo, na escola, no trabalho etc.

b) Postura física

A oração pode ser: prostrado sobre o rosto, ajoelhado, erguendo os olhos ao céu, em pé, sentado, parado, se movendo.

c) Participação

A oração pode ser: em particular (individual), em conjunto (pequeno grupo) ou em público (com toda a igreja).

d) Duração

A oração pode ser: “relâmpago”, de curta, de média, de longa etc, duração (neste caso, o foco é o tempo que ela leva orando).

e) Forma de comunicação

Podemos orar: com a boca (falando, cantando, emitindo sons), com a mente (pensamentos), com o corpo (gestos, ações, emoções) e com a vida (conjunto da obra).

f) Estilo

A oração pode ser: informal ou formal, simples ou sofisticada, com pausas ou contínua, repetitiva ou criativa etc.

g) Direcionamento e intenção

A oração pode ser: dirigida a Deus (que é a verdadeira) ou dirigida aos outros (usada como pretexto para pregar, ensinar, se exibir, contar vantagem, fofocar, mandar recado, criticar, contar história, pedir ajuda ao outro etc).

h) Conteúdo

 

A oração pode ser de: Confissão, Adoração, Agradecimento, Intercessão, Petição e Imprecação (descartada, a partir do Novo Testamento)

 

Neste estudo, vamos analisar os tipos de oração, focando o seu conteúdo, o que é expresso em palavras:

1. Oração de Confissão:

O verbo confessar, quando usado no contexto da fé cristã, tem dupla conotação: 1ª)Reconhecendo e admitindo ações e condutas erradas -> contar, declarar espontaneamente, os pecados a Deus, a fim de obter dele o perdão. 2ª)Recebendo a mensagem do Evangelho, sendo regenerado pelo Espírito Santo -> declarar sua fé em Deus e na obra redentora de Cristo. Ambas as confissões podem ser feitas diante de Deus e dos homens.

A oração de confissão de pecados acontece quando nos chegamos para Deus, no início da caminhada cristã, e precisa acontecer ao longo dessa caminhada, pois estamos sujeitos a pecar, embora não vivamos mais na prática contumaz do pecado (1Jo 3.9).  É como diz as Escrituras: “Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado.” (Sl 32.5). “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.” (Pv 28.13). “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1Jo 1.9). Confessamos a Deus os pecados cometidos (por comissão – pensamentos, palavras e ações; ou, por omissão), para que obtenhamos o seu perdão e, assim, possamos nos aproximar dele.

A oração de confissão de fé acontece quando nos dirigimos a Deus e afirmamos ou declaramos nossa crença e fé nele como único Deus poderoso, vivo e verdadeiro e em Jesus Cristo, Salvador e Senhor das nossas vidas. “Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação.” (Rm 10.9-10)

2. Oração de Adoração (Exaltação, Louvor, Glorificação):

Num sentido geral, adoração é a forma mais significativa de expressar apreço, homenagem, honra e glória a poderes superiores; sejam eles seres humanos, anjos ou Deus. Numa visão cristã, somente caberia aqui, como alvo e objeto de adoração, uma divindade, um ser supremo, no caso, Deus – “… Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto.” (Mt 4.10). Esse também seria objeto de devoção, temor, reverência, veneração e culto. Os patriarcas adoravam construindo altares e oferecendo sacrifícios (Gn 12.7-8; 13.4).

Adorar a Deus é prostrar-se submisso diante dele, cultuá-lo, dedicar-lhe amor extremo, devoção e veneração como o ser mais sublime do universo (Gn 24.26; Ex 34.8; 1 Sm 1.3; Mt 8.2; 9.18; 15.25).

Exaltar a Deus é colocá-lo em lugar alto, elevá-lo, erguê-lo, exalçar e levantar seu ser acima de qualquer outro.

Louvar a Deus é expressar o reconhecimento da sua grandeza, dos seus méritos, dos seus atributos incomparáveis e inigualáveis: Onipotência, Onipresença, Onisciência, Eternidade, Amor, Perfeição, Santidade, Verdade, Justiça, Fidelidade, Misericórdia etc. (1Cr 16.4; Dt 10.21; 26.16).

Glorificar a Deus é atribuir-lhe glória eterna e celestial e a ninguém mais (Sl 18.49; 22.23; Jo 21.19; Rm 1.21).

Nós adoramos, exaltamos, louvamos e glorificamos a Deus por quem ele é e por seu poder de fazer: “Disse-lhe mais: Eu sou o Deus Todo-Poderoso;…” (Gn 35.11). O ser e o fazer estão intimamente relacionados e são inseparáveis. Definir é indicar o significado preciso de; estabelecer com precisão; determinar; fixar os limites, delimitar, demarcar; interpretar claramente; dar as qualidades distintivas de; retratar. Conceituar é avaliar, atribuir qualidade ou juízo de valor. Não podemos definir quem é Deus, apenas conceitua-lo. Na verdade ele é o que é independentemente do que se pensa dele: “Disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós outros.” (Ex 3.14). Entretanto, para nós simples mortais podermos conhecer, pelo menos um pouco de quem ele é, ele precisou se manifestar a nós através de seus grandes e incomparáveis feitos. Faraó não acreditava que o Deus dos hebreus fosse superior aos seus deuses; por isso Deus precisou usar o seu “poder de fazer” e enviou as dez pragas como sentença de juízo contra os deuses do Egito (Ex 12.12). Então, Moisés pôde expressar o sentimento de todos: “Ó SENHOR, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu, glorificado em santidade, terrível em feitos gloriosos, que operas maravilhas?” (Ex 15.11); assim como também Jetro, seu sogro: “agora, sei que o SENHOR é maior que todos os deuses, porque livrou este povo de debaixo da mão dos egípcios,” (Ex 18.11). Da mesma forma, nós seres humanos, temos nosso caráter, isto é, aquele conjunto de traços psicológicos e morais que caracterizam cada indivíduo; porém, no nosso agir e fazer cotidianos, manifestamos aos outros o que realmente somos, o que se convencionou denominar de reputação, isto é, conceito que os outros formam a nosso respeito.

Portanto, na oração de adoração, nós adoramos, exaltamos, louvamos e glorificamos a Deus por quem ele é: “Tributai ao SENHOR a glória devida ao seu nome; ….; adorai o SENHOR na beleza da sua santidade.” (1Cr 16.29; ver tb Sl 96.9); e, pelos seus poderosos feitos: “Louvai-o pelos seus poderosos feitos; louvai-o consoante a sua muita grandeza.” (Sl 150.2; ver tb Sl 59.16; 138.2; Is 25.1)

3. Oração de Agradecimento (Ações de Graças):

Agradecimento ou ações de graças são palavras ou outras manifestações que denotam gratidão. O apóstolo Paulo recomenda: “Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” (1Ts 5.18). Ele não diz “por tudo”, mas “em tudo”, isto é, em todas as situações; tanto em tempos de tranquilidade, como em tempos de provações e dificuldades. Não com hipocrisia ou fazendo por fazer; mas crendo firmemente e reconhecendo que Deus tem um propósito abençoador em tudo o que nos acontece: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” (Rm 8.28).

Na oração de agradecimento ou ações de graças, nós demonstramos nosso apreço e reconhecimento a Deus pelo que ele fez por nós. Não devemos engrossar as estatísticas dos que recebem bênçãos de Deus, como aqueles nove dos dez leprosos, que não voltaram para agradecer (Lc 17.17). Precisamos ser zelosos e cuidadosos, reconhecendo que as bênçãos recebidas não foram por mero acaso, nem devido aos nossos méritos pessoais ou, tão somente, seriam o resultado das nossas habilidades e competência. Não sejamos filhos ingratos! Antes, porém, sejamos obedientes à instrução bíblica: “Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração, à qual, também, fostes chamados em um só corpo; e sede agradecidos.” (Cl 3.15). Enfim, sejamos agradecidos a Deus pelas bênçãos recebidas, como o ar que respiramos, o alimento, as vestes e, principalmente, pelas bênçãos espirituais, mas, também, pelas provações.

4. Oração de Intercessão:

Interceder é pedir, rogar por outrem ou por alguma coisa. A oração a favor de outros, pelas suas necessidades, deve ter precedência sobre a oração por nós mesmos, mostrando assim nossa maturidade cristã. Crianças mostram sua imaturidade quando querem todos os brinquedos para si. Crentes imaturos demonstram essa mesma falta de crescimento espiritual quando somente pensam em si e nos seus. Não orar por outros pode ser considerado até um pecado contra Deus: “Quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o SENHOR, deixando de orar por vós; antes, vos ensinarei o caminho bom e direito.” (1Sm 12.23). Vale lembrar que Jó foi abençoado quando orava pelos seus amigos (e que amigos?!): “Mudou o SENHOR a sorte de Jó, quando este orava pelos seus amigos; e o SENHOR deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuíra.” (Jó 42.10).  E, Jesus lança um desafio ainda maior: “Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem;” (Mt 5.44).

Portanto, somos instruídos a interceder por todos, inclusive pelas autoridades e governantes: “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito.” (2Tm 2.1-2).

Para sermos mais práticos e eficazes no cumprimento da instrução bíblica, é interessante manter uma lista ou caderneta de oração que nos ajude a lembrar daquilo e daqueles por quem devemos orar. No caso da intercessão, podemos organizar nossas anotações da seguinte forma:

 Pelo Reino de Deus:

Para que sejam instrumentos da realização da vontade de Deus na terra.

  • Pelas Igrejas Locais e Congregações (Liderança, Membros e Atuação).
  • Pelos Obreiros / Missionários.
  • Pelas Instituições Paraeclesiásticas (Missionárias, Assistência Social etc.).
  • Pelos Projetos / Programas Especiais.

– Pelo nosso Próximo:

     (na Família, na Vizinhança, na Igreja, na Escola, no Trabalho etc):

  • Salvação: para que recebam a Jesus como Salvador e Senhor de suas vidas.
  • Proteção: para que sejam guardados do mal (acidental ou intencional).
  • Santificação: para que vivam uma vida santa diante de Deus e dos homens.
  • Cura: para que sejam curados do corpo ou da mente.

– Pelas Autoridades constituídas:

Para que exerçam com sabedoria e competência as suas respectivas funções.

  • Familiares: Pais, Responsáveis.
  • Eclesiásticas: Pastores, Presbíteros, Diáconos.
  • Empresariais: Lideranças.
  • Governamentais: Civis e Militares.

– Executivo: Presidente, Ministros, Governadores, Prefeitos, Secretários etc.
– Legislativo: Senadores, Deputados Federais e Estaduais, Vereadores etc.
– Judiciário: Ministros, Desembargadores, Juízes etc.
– Forças Armadas, Polícias.

5. Oração de Petição (Súplica, Clamor, Invocação):

A oração de petição ou súplica ou clamor ou invocação consiste em cada um apresentar a Deus as suas próprias necessidades. A súplica caracteriza-se por uma forma de pedir com humildade e insistência. Clamar é uma forma mais intensa de pedir: com veemência, implorar, rogar. A invocação é o ato de chamar, pedindo socorro. “Ouve, SENHOR, a minha súplica, e cheguem a ti os meus clamores. Não me ocultes o rosto no dia da minha angústia; inclina-me os ouvidos; no dia em que eu clamar, dá-te pressa em acudir-me.” (Sl 102.1-2). Às vezes, a petição tem o propósito de obter o esclarecimento divino quanto a determinada situação (Jr 32.16-25), ou para se conhecer a sua vontade (1Sm 23.10-12), ou, até mesmo, para se questionar a atitude de Deus (Jn 4.1-3).

É através da oração de petição que rogamos a Deus que os seus infinitos recursos sejam canalizados para a nossa vida, suprindo-nos nas nossas fraquezas e limitações naturais e dotando-nos de força e capacidade superiores. Somos instruídos biblicamente a compartilhar e transferir para Deus as nossas preocupações e ansiedades: “lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” (1Pe 5.7); “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.” (Fp 4.6).

Somos desafiados por Deus a invoca-lo: “Invoca-me, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes.” (Jr 33.3). Também somos incentivados por Jesus a recorrer ao nosso Pai Celeste, na certeza de que seremos ouvidos: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á.” (Mt 7.7-8).

Em termos práticos, o que devemos pedir a Deus (entre outras coisas)?

  • Vitória Espiritual: para que eu alcance vitória sobre as tentações e sobre as investidas do maligno.
  • Santificação: para que eu viva uma vida santa diante de Deus e dos homens.
  • Testemunho Cristão: para que eu seja um instrumento nas mãos de Deus levando a mensagem de salvação a outras pessoas.
  • Necessidades Fisiológicas: para que eu obtenha todas as coisas necessárias à manutenção da vida do corpo e da mente (saúde, moradia, roupa, alimento, água, ar etc.).
  • Necessidade de Proteção: para que eu seja guardado do mal (acidental ou intencional).
  • Necessidade de Cura: para que eu seja curado do corpo ou da mente.
  • Necessidades Profissionais e Financeiras: bom emprego, bom ambiente de trabalho, realização profissional, independência financeira etc.
  • Necessidades Familiares e Sociais: cônjuge segundo a vontade de Deus, harmonia conjugal, família ajustada, parentes amigáveis, amigos verdadeiros, vizinhos tranquilos etc.
  • Necessidades Pessoais: Sabedoria, Paz, Equilíbrio, Realização, Sentimento de Utilidade etc.

6. Oração de Imprecação:

A oração imprecatória – aquela que suplica o castigo divino para o outro – não soa bem aos ouvidos cristãos. Entretanto, em muitos Salmos e textos do Antigo Testamento (AT) há um tom de imprecação. Diante da maldade, da opressão, da violência, ou da injustiça, eles não só clamavam ao Senhor por suas vidas, mas também pediam a Deus que fizesse cair sobre os seus inimigos os piores males. Assim, se unem numa mesma oração, as súplicas mais ardentes e as mais violentas imprecações (Sl 58.6-11; 83.9-18; 109.6-19; 137.7-9). De fato, na época do AT, naquele contexto, prevalecia no âmbito do povo de Israel o conceito de que a obediência a Deus e aos seus mandamentos, deveria ser recompensada na vida presente, com longevidade e prosperidade; enquanto os transgressores da lei mosaica (judeus) e os ímpios (pagãos) deveriam receber o seu justo castigo o quanto antes, para que ficasse evidente que há um Deus vivo e presente, retribuindo a cada um conforme as suas ações (Sl 7.9; 37.28; 75.10; 58.11).

Diante de determinadas situações perversas, protagonizadas por pessoas de índole maligna, da sociedade ou até mesmo participantes dos arraiais evangélicos, podem até passar pela mente, pensamentos de imprecação. Entretanto, a oração que pede a Deus para “pesar sua mão” sobre alguém é estranha ao cristão e indevida. Por maior que seja o mal praticado contra nós (ou contra outros), como cristãos, o que nos resta a fazer, em termos de oração, é entregar nossa causa nas mãos de Deus: “Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem;” (Mt 5.44)

 

Orações transcritas na bíblia:

Há registro na bíblia de muitas pessoas que oraram, mas não “o que” oraram. Apresentamos, abaixo, algumas dentre as orações que foram “transcritas” na bíblia:

 

Descrição Texto bíblico Tipo
Oração de Jacó Gênesis 32.9-12 Petição
Oração de Moisés Deuteronômio 9.25-29 Petição
Oração de Manoá Juízes 13.8 Petição
Oração e voto de Ana 1Samuel 1.10-13 Petição
Oração e cântico de Ana 1Samuel 2.1-10 Agradecimento e Adoração
Oração e consulta de Davi (em Queila) 1Samuel 23.10-12 Petição
A oração de Davi
(na Casa do Senhor)
2Samuel 7.18-29 1Crônicas 17.16-27 Agradecimento, Adoração e Petição
Oração de Salomão (particular) 1Reis 3.3-9 Petição (sonho)
Oração de Salomão (pública) 1Reis 8.22-61
2Cr 6.12-42
Adoração, Petição e Intercessão
Orações de Eliseu 2Reis 6.17, 18 Petição
Oração de Ezequias (livramento) 2Reis 19.15-19
Isaías 37.15-20
Adoração e Petição
Oração de Ezequias (cura) 2Reis 20.2-3
Isaías 38.2-3
Petição
Oração de Jabez
1Crônicas 4.10 Petição
Oração de Josafá (livramento) 2Crônicas 20.5-12 Adoração e Petição
Oração de Ezequias (perdão) 2Crônicas 30.18-19 Intercessão
Oração de Esdras
(em Susã)
Esdras 9.6-15 Confissão
Oração de Neemias
(em Jerusalém)
Neemias 2.4-11 Adoração, Confissão, Intercessão, Petição
Oração de Neemias
(em Jerusalém)
Neemias 4.4-5 Imprecação
Oração de Jó Jó 42.1-6 Adoração, Confissão e Petição
Oração de Jeremias Jeremias 32.16-25 Adoração e Petição
Oração de Daniel Daniel 9.3-19 Confissão, Intercessão, Petição, Adoração
Oração de Jonas
(no peixe)
Jonas 2.1-9 Petição, Confissão e Agradecimento
Oração de Jonas (questionamento) Jonas 4.1-3) Petição (questionamento)
Oração Modelo
(Pai Nosso)
Mateus 6.9-13 Adoração e Petição
Oração de Jesus (Sacerdotal) João 17 Intercessão
Oração de Jesus
(no Getsêmani)
Mateus 26.42 Petição
Oração de Jesus
(na cruz – 1ª)
Lucas 23.34 Intercessão
Oração de Jesus
(na cruz – 2ª)
Mateus 27.46
Marcos 15.34
Petição
Oração de Jesus
(na cruz – 2ª)
Lucas 23.46 Petição
Oração dos irmãos (igreja) Atos 4.23-31 Adoração, Petição e Intercessão

Conclusão

Tendo sido esclarecidos ou relembrados quanto a esses tipos de oração, podemos exercitar-nos a cada dia, na busca de orarmos como convém, na certeza de que o Espírito Santo de Deus há de suprir nossas limitações e imperfeições (Rm 8.26-27).


Nota: esboço pessoal de aula, preparado por mim, para facilitar a ministração da Aula 8 (Tipos de Oração) – Módulo 2 – Classe de Casais – EBD Catedral 2017, de modo a atender a temática proposta no material elaborado por colaboradores para os alunos.

Apocalipse – Visão Panorâmica

E-PUB GRATUITA.

CLIQUE NO LINK AO LADO PARA ABRIR O ARQUIVO: Apocalipse.pdf

O Espírito Santo e a Oração

Introdução:

Já não é fácil entender a nós mesmos, nem tampouco entender o outro; quanto mais entender o mover do Espírito Santo, o mover do mundo espiritual e o que acontece quando oramos. Nesse nosso relacionamento com Deus, através da oração, há que se levar em conta sempre três aspectos relevantes:

a) Como se chega à presença do Soberano Rei do Universo, para lhe falar algo?

Ao contrário do que acontece com o acesso às pessoas muito importantes ou famosas do planeta, temos um Deus acessível para escutar o clamor das suas criaturas quando o fazem com humildade e contrição:

“Porque assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, o qual tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos.” (Is 57.15). “Deus, porém, ouviu a voz do menino (Ismael); e o Anjo de Deus chamou do céu a Agar e lhe disse: Que tens, Agar? Não temas, porque Deus ouviu a voz do menino, daí onde está.” (Gn 21.17)

Entretanto, a intimidade como o Senhor não é um privilégio de todos: “A intimidade do SENHOR é para os que o temem, aos quais ele dará a conhecer a sua aliança.” (Sl 25.14; ver tb. Pv 3.32). Certamente isso não acontece por nosso mérito: “Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo.” (Ef 2.13)

b) Tendo o acesso franqueado a Deus, o que lhe dizer?

Aqueles que foram feitos filhos de Deus (Jo 1.12-13), os regenerados pelo Espírito Santo, chegam à sua presença divina, diante do seu trono de graça, como um filho chega à presença do seu pai terreno. Com intimidade, simplicidade e reverência, abrimos o nosso coração diante do Pai Celestial. Confessamos nossos pecados, exaltamos o seu nome, agradecemos pelos seus feitos, suplicamos por nossas necessidades e intercedemos por outros e por outras causas. Simples assim!

c) Tendo chegado à sua presença santa, tendo lhe dito algo, o que acontecerá?

Às vezes acontece assim: “O SENHOR atendeu à voz de Elias; e a alma do menino tornou a entrar nele, e reviveu.” (1Rs 17.22), “SENHOR, meu Deus, clamei a ti por socorro, e tu me saraste.” (Sl 30.2); outras, assim: “Visto que eu clamei, e eles não me ouviram, eles também clamaram, e eu não os ouvi, diz o SENHOR dos Exércitos.” (Zc 7.13). Ao longo da história humana Deus tem respondido orações com: SIM, NÃO e ESPERA. Independentemente do que irá acontecer, o apóstolo Paulo nos ensina: “Orai sem cessar.” (1Ts 5.17). Tiago acrescenta: “Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.” (Tg 5.16)

Considerando que estaremos tratando aqui daquilo que acontece no mundo espiritual, enquanto ou quando oramos, principalmente do mover do Espírito Santo, vale relembrar algumas coisas a respeito da pessoa e da obra e ministério do Espírito Santo:

Quanto à sua obra na salvação:

– Convencimento (Jo 16.8-11)
– Regeneração (Tt 3.5)
– Habitação (1Co 6.19)
– Batismo (1Co 12.13)
– Selo (2Co 1.22; Ef 1.13; 4.30)

Quanto à sua pessoa e ministério:

– Ele fala (Mc 13.11; Jo 15.26; 16.13; 2Pe 1.21)
– Ele tem mente, intelecto (Rm 8.27)
– Ele tem emoções, pode ser entristecido (Ef 4.30)
– Ele ensina (Lc 12.12; Jo 14.26; 16.12-15)
– Ele guia, orienta (Rm 8.14)
– Ele constitui líderes (At 20.28)
– Ele comissiona (At 13.4)
– Ele ordena, comanda (At 8.29; 10.19-20)
– Ele sonda as profundezas de Deus e faz revelações aos homens (1Co 2.10-11)
– Ele realiza coisas, conforme sua vontade (1Co 12.11)
– Ele age no homem (Gn 6.3)
– Ele pode ser resistido (At 7.51)
– Ele intercede (Rm 8.26; Ef 6.18)

Portanto, o Espírito Santo não é simplesmente uma força ativa de Deus ou uma influência que vem sobre a alma humana, como muitos pensam a isso o reduzem. Ele é um ser pessoal; ele é Deus (At 5.3-4)! Como tal, vejamos o seu mover na oração.

1. A intercessão do Espírito (Rm 8.26-27)

“Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos (crentes).” (Rm 8.26-27)

Qual o crente que não almeja ter uma vida de oração eficaz? Por conta desse legítimo anseio cristão, não são poucos os livros escritos e os textos elaborados com a intenção de mostrar o caminho da oração eficaz. Qual o meu papel e qual o papel do Espírito Santo nisso? O texto bíblico acima nos revela duas importantes verdades a esse respeito. No que concerne a nós, crentes, o que há são limitações: fraqueza e não saber orar como convém. Felizmente, no lado divino, temos a ação intercessora do Espírito Santo, que habita em nós, nos assistindo, suprindo e compensando nossas limitações, pois ainda habitamos esse corpo corruptível, sujeito a debilidades morais e espirituais, enquanto ele vai nos moldando à imagem de Cristo. Nas nossas limitações, focamos quase sempre o livramento de males que nos afligem ou a obtenção de bens terrenos, porém o Espírito nos auxilia na direção de objetivos mais elevados e duradouros, bem como na concretização da vontade de Deus em nossas vidas. Isso nos assegura que Deus Pai, aquele que sonda os corações, reconhece o sentido da palavra não articulada (gemido ou suspiro) e realiza o que é melhor para os crentes (“santos”), segundo a sua vontade.

Temos que admitir que há muitas situações e circunstâncias que nos envolvem, ou opções que se apresentam para nós que nos deixam atordoados e confusos, sem saber o que fazer ou o caminho a seguir. Nesses casos, primeiramente precisamos descansar no Senhor: “…porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais.” (Mt 6.8). Em segundo lugar, precisamos levar tudo diante de Deus, pois podemos contar com a intercessão do Espírito e confiar que ele “é poderoso para fazer infinitamente mais” (Ef 3.20).

Então, podemos contar com a intercessão do Espírito Santo e com a de Jesus: “Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.” (Hb 7.25). O que não podemos admitir, em hipótese alguma, é o equívoco de muitos ao buscar e confiar na intercessão da “Virgem Maria e inumeráveis Santos (pessoas canonizadas pela igreja católica romana por uma obra admirável)”. Não há qualquer sustentação bíblica para a busca de intermediários entre o homem e Deus: “Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem,” (1Tm 2.5). Essa foi mais uma razão da reforma protestante que completa 500 anos no dia 31 de outubro de 2017.

2. O Espírito Santo como Mestre e Guia na oração (Jo 14.26; Jo 16.13)

“mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito.” (Jo 14.26)
“quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir.” (Jo 16.13)

Jesus mesmo declarou que o Espírito Santo realiza, nos santos, uma obra especial de ensiná-los, todas as coisas, e guia-los à toda a verdade. Além de contar com sua intercessão, devemos recorrer a ele como Mestre e Guia na oração. Sabemos que podemos e devemos orar a Palavra de Deus, isto é, usando as próprias verdades expressas na Bíblia. Com certeza nossa oração será enriquecida com tão excelentes palavras que, agradarão a Deus, porém, não devem se transformar em meras frases feitas, repetidas de forma mecânica. Antes, porém, tais expressões devem circular pelo nosso ser, passando pela nossa mente e coração, reforçando nosso entendimento e aquecendo nossas emoções e, só então, subir ao Pai Celestial. Além de orar as Escrituras, antes de tudo, é necessário orar em conformidade com as Escrituras, em conformidade com o ensino bíblico. Neste ponto, é o Espírito quem nos capacitará a orar. É ele quem nos conduzirá a assimilar e viver os ensinos bíblicos de modo a agradar a Deus, por meio de Cristo. É ele quem nos fará aprender com cada oração registrada na bíblia e com os seus ensinos. Quem não conhece bem a bíblia, corre o risco de se equivocar na oração.

3. A oração no Espírito Santo (Jd 20; Ef 6.18)

“Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo, guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna.” (Jd 20)
“com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef 6.18)

Orar no Espírito é orar em plena comunhão com ele, é orar segundo a sua direção e unção. Tal oração não pode ser tão egoísta, focando apenas os próprios interesses, mas há de ser intercessória, buscando o bem do outro. Não se trata de algo que aconteça eventualmente, mas se desenvolve de forma contínua, em todo o tempo.

Orar no Espírito é orar segundo a vontade de Deus e ela será feita. Há vários textos bíblicos que nos enchem de esperança quanto à eficácia da oração. Certamente há aspectos condicionantes a serem observados.

“E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito.” (1Jo 5.14, 15)

Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito.” (Jo 15.7)

“Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda.” (Jo 15.16)

“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á.” (Mt 7.7-8)

“Em verdade também vos digo que, se dois dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que, porventura, pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai, que está nos céus.” (Mt 18.19)

“E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.” (Jo 14.13-14)

“Amados, se o coração não nos acusar, temos confiança diante de Deus; e aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável.” (1Jo 3.21-22)

Conclusão:

Neste estudo, temos visto como chegar à presença de Deus, o que lhe dizer e o que acontecerá. Pensando na ação do Espírito Santo, aproveitamos para relembrar a sua obra na salvação e aspectos relativos à sua pessoa e ministério. Finalmente, tratamos da intercessão do Espírito, da sua obra especial como Mestre e Guia na Oração e, o que significa orar no Espírito.

Então, pelo conjunto da obra, pode-se perceber a relevância do Espírito Santo na oração. Ele é nosso intercessor, nosso mestre e guia; protagonista indispensável quando se trata de oração eficaz. Essas são verdades confortadoras e motivadoras para o caminhar na fé cristã.

Ora, vem, Espírito Santo e ajuda-nos a orar, como convém!


Nota: esboço pessoal de aula, preparado por mim, para facilitar a ministração da Aula 5 (O que acontece na oração – O mover do Espírito Santo) – Módulo 2 – EBD Catedral 2017, de modo a atender a temática proposta no material elaborado por colaboradores para os alunos.

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