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E, por falar em AMOR…

Coração_PraiaLi em uma publicação a seguinte história: “As crianças de um certo orfanato estavam muito excitadas porque uma delas ia ser adotada por uma pessoa rica. No entanto, a menina que ia ser adotada parecia não querer ir com seus pais adotivos. – Você não quer vir comigo, querida?  – perguntou a senhora. – Não, não quero ir. – Mas eu vou dar-lhe muitos vestidos novos e você terá um quarto só para você. A menina pensou um momento e disse: – E eu o que terei que fazer em troca de tudo isso? – Apenas amar-me com todo o seu coração como se fosse minha filha mesmo. Estas palavras quebraram o gelo da menina. Chorando, ela atirou-se nos braços da senhora. Amar e ser amado. Não é a melhor coisa que alguém pode obter? O melhor que qualquer cristão pode fazer é mostrar seu apreço pelas bênçãos que Deus lhe tem dado e amá-lo de todo o seu coração.”

Amor é mais do que sentimento de apreciação por alguém, mais do que insumo ou ingrediente para a produção literária ou cinematográfica. Ele tem que se materializar, se concretizar, desde pequenos gestos até grandes atos a favor daquele(a) que se diz amar! Nessa linha, Jesus Cristo é a expressão máxima do amor de Deus pela criatura humana (Jo 3.16; Ef 2.1-10).

O amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo (Rm 5.5) e, assim, flui, através de nós, em direção ao nosso próximo (1Jo 3.16). Sua força e fluidez é tal que rompe barreiras e chega a alcançar os que não são merecedores, inclusive os próprios inimigos (Mt 5.44-48).

– Na perspectiva do CONCEITO, o significado do amor pode ser melhor entendido, através da observação atenta de suas múltiplas manifestações no cotidiano (1Co 13.4-7).

– Na perspectiva da PRECEDÊNCIA, o amor é a mais elevada e duradoura virtude cristã, sendo pré-requisito para as demais (1Co 13.1-3; 8-13).

– Na perspectiva da PRIORIDADE, a síntese da lei mosaica era: 1º) Amar a Deus, sobre todas as coisas (Mt 22.37-38); 2º) Amar ao próximo como a nós mesmos (Mt 22.39). Porém, Jesus, reformulou a segunda prioridade, a saber: 2º) Amar uns aos outros, assim como Jesus nos amou (Jo 13.34). Você já parou para refletir sobre o tamanho desse desafio da Graça? (1Jo 3.16)

– Na perspectiva da IDENTIDADE e FILIAÇÃO DIVINA, o cristão será conhecido como discípulo e seguidor de Jesus e filho de Deus, pela prática do amor (Jo 13.35; 1Jo 4.7).

– Na perspectiva do SERVIÇO CRISTÃO, só o amor cristão nos capacita e motiva a sermos servos uns dos outros (Gl 5.13b).

– Na perspectiva da OBEDIÊNCIA, guardar no coração e obedecer a Palavra de Deus é demonstração de amor a Deus (Jo 14.15).

– Na perspectiva do PERDÃO, “o amor cobre multidão de pecados”, ou seja, atua como “lentes de contato do amor” em nossos olhos, que dão mais nitidez à imagem daquele ser humano por quem Jesus morreu e desfoca os defeitos e aspectos negativos do seu jeito de ser, resultado da fraqueza e imperfeições humanas e, muitas vezes, das más heranças familiares adquiridas.

– Na perspectiva da RECIPROCIDADE, na verdade, nós amamos a Deus, porque ele nos amou primeiro (1Jo 4.19).

– Na perspectiva da COERÊNCIA, só faz sentido dizermos que amamos a Deus, se amamos o nosso irmão (1Jo 4.20).

– Na perspectiva ESCATOLÓGICA (estudo das últimas coisas), a palavra profética de Jesus revela que a iniquidade reinante nos últimos dias esfriará o amor de quase todos (Mt 24.12).

– Na perspectiva da LIBERDADE, o verdadeiro amor: cativa, sem aprisionar; aproxima, sem puxar; conquista, sem dominar; faz-se ouvir, sem gritar; cria dependência, sem anular o outro; libera da obrigação, para ter voluntariamente.

Finalmente, temos que admitir e proclamar que o amor é a essência de Deus, pois Deus é amor (1Jo 4.8). Assim sendo e por tudo o que foi mencionado acima, concluímos afirmando e apelando a todo cristão que o amor deve ser a prioridade da sua vida. “a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste.” (Jo 17.21)

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