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Relacionamentos Afetivos, Conjugais e Sexuais

“Pois todos os de Atenas e os estrangeiros residentes de outra coisa não cuidavam senão dizer ou ouvir as últimas novidades.” (At 17.21)

Não é de hoje que as novidades chamam tanto a atenção das pessoas! No primeiro século depois de Cristo já era assim. Estamos cercados de novidades por todos os lados, em todas as áreas: Jornalismo e Literatura, Ciência e Tecnologia, Marketing e Vendas, Entretenimento, Mundo Virtual, Golpes e Crimes etc. Há muitas novidades que são boas, outras, porém, são verdadeiros tumores cancerígenos sociais.

A intenção aqui é refletir um pouco sobre as novidades na área Comportamental.  Deixando de lado aspectos como Aparência, Vestuário e Atitudes, vamos focar apenas os Relacionamentos Afetivos, Conjugais e Sexuais.

Nesta área também há muitas novidades. Tornou-se necessário entender o significado dos novos verbetes, pois os antigos estão ficando fora de uso.

Havia verbetes para identificar as várias etapas do compromisso entre um homem e uma mulher, tais como: NAMORADO(A), NOIVO(A) e MARIDO(ESPOSA). Hoje, surgem novos termos e novas concepções:

NAMORIDO(A) é mais do que namorado(a). São casais que resolvem morar juntos, por algum tempo, assumindo relacionamento típico de marido e esposa, porém, sem todos os compromissos de um casamento formal ou informal e com mais direitos do que deveres.  “–Sem essa de casamento formal para a vida toda”, dizem eles. Essa questão de dizerem que vão se casar depois de estar morando junto há “x” meses/anos não faz sentido! Se estão COABITANTO e COPULANDO já estão casados, independentemente de qualquer papel de cartório. Na verdade vão apenas formalizar o casamento, o que não deixa de ser uma boa providência. Há pessoas divorciadas ou viúvas que também preferem esta forma de relacionamento, pois não querem assumir um casamento de verdade.

AMANTE era adultério duradouro e CASO era adultério eventual e temporário. ADULTÉRIO era (e ainda é) quebra da fidelidade conjugal. Hoje, esses termos quase caíram em desuso pela facilidade e frequência com que as pessoas terminam um relacionamento conjugal e começam um novo.

DESQUITE já é verbete pré-histórico. DIVÓRCIO é o verbete da moda. Se ambos os cônjuges concordarem e não houver filhos menores ou incapazes envolvidos na relação, basta se dirigirem ao cartório, na presença de um advogado, que tudo é resolvido de forma simples e rápida. É claro que em alguns casos o divórcio parece ser a única saída digna e inevitável para um relacionamento conjugal insustentável. Entretanto, depois da novidade da sua legalização, muitos evangélicos passaram a considerar seriamente o divórcio como um “direito a ser usufruído” em algum tempo, como a aposentadoria, quem sabe. Então, na primeira oportunidade, após algumas discussões e desentendimentos tão comuns nos relacionamentos conjugais, acrescidos daquela tentação do novo, da mudança, de experimentar um relacionamento com uma nova mulher ou um novo homem, lançam mão do “seu direito”. Que se dane a instituição família, os filhos, a igreja e o que a bíblia ensina a respeito.

Aquela etapa de conhecimento mútuo, de relacionamento apenas afetivo chamada de NAMORO tem perdido espaço para a chamada PEGAÇÃO ou FICAR, muito comum entre os jovens solteiros, inclusive dentro das igrejas. Em vez de buscar e focar apenas aquela pessoa que Deus já separou para si, opta-se pela seguinte filosofia de vida: “Se eu posso ter vários ou várias, por que me limitar a um ou uma só?” E, assim, acontece aquele troca-troca que parece não ter fim. Em muitos casos até com direito a “test drive”!

Por falar em “test drive” o verbete e pecado para isso é FORNICAÇÃO, palavra que parece só existir nos dicionários e em algumas traduções da bíblia (At 15.29 – ARC) e significa “relações sexuais ilícitas”. Aliás, falar em sexo pré-conjugal, extraconjugal e conjugal incomoda muita gente. Para estes, isso é coisa do passado, um tabu há muito ultrapassado, coisa chata e inconveniente. Eles argumentam que, sexo é sexo, independentemente das convenções da bíblia e da igreja, e é uma necessidade a ser satisfeita, como qualquer outra necessidade biológica, no momento em que surge.

E o HOMOSSEXUALISMO? Não, agora o politicamente correto é tratar do assunto como HOMOSSEXUALIDADE, pois, no primeiro termo, o sufixo “ISMO” é indicativo de doença. Na verdade é, e sempre será, um comportamento antinatural.

Há uns vinte anos atrás li um artigo bizarro em que um sujeito defendia a tese da existência de oito sexos e não de apenas dois. Se não estou enganado era assim: [hétero]1.Homem que gosta de Mulher; 2.Mulher que gosta de Homem; [homo]3.Homem que gosta de Homem; 4.Mulher que gosta de Mulher. [bi] 5.Homem que gosta de Mulher e de Homem; 6.Mulher que gosta de Homem e de Mulher; [neutro]7. Homem que não gosta nem de Mulher, nem de Homem; 8. Mulher que não gosta nem de Homem, nem de Mulher. Vinte anos depois só se fala em diversidade sexual e opção sexual. A que ponto chegamos!?!?

Há pouco tempo surgiu na internet a notícia de um casal no Canadá que estava criando duas crianças, geradas por eles, sem definição de sexo. Diziam que estavam respeitando o direito dos filhos de, ao crescerem, fazerem suas próprias opções sexuais. Pobres crianças, sujeitas a tanta insanidade.

Essas novidades são incríveis! É importante ressaltar que nós, cristãos, respeitamos e não discriminamos qualquer pessoa. Entretanto, fundamentados na Bíblia Sagrada, nos valemos do direito outorgado pela Constituição Brasileira de não concordar com determinados comportamentos. Essa minoria barulhenta LGBT que anda por aí, não vai nos privar do direito de pensar diferente deles.

CASAMENTO na Constituição Brasileira vigente está assim estabelecido: “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.” (Art. 226 § 3º).

O que dizer das novidades na GERAÇÃO DE FILHOS? Sempre houve a fertilização natural. Implementou-se a barriga de aluguel. Também surgiu a fertilização in vitro, com o chamado bebê de proveta. Recentemente ouvi a notícia de uma gestação cruzada realizada por um casal de lésbicas. O sêmen masculino doado fecunda o óvulo da “mulher 1” que é implantado na “mulher 2”. Assim, a criança que nascer terá o nome de duas mães na sua Certidão de Nascimento e de nenhum pai. “Jesus me abana”.

Conclusão:

Quando cada um faz o que quer, e não o que Deus quer, significa que a Família e a Sociedade colhem o que não querem! Só não enxerga as consequências disso quem não quer….

Senhor, renova a cada dia a tua misericórdia sobre nossas vidas e famílias!

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