Pecado, Confissão e Perdão

Salmos 32 e 51

Introdução

Como você lida com o pecado cometido? Não se importa por achar que isso não passa de uma convenção humana sem sentido? Ou, está no outro extremo, considerando que é algo muito grave, que vai te acompanhar por toda a vida e, portanto, precisa se autopunir diariamente como forma de pagar o preço pelo mal que cometeu?

Davi foi um homem segundo o coração de Deus (At 13.22; 1Sm 13.14), não pelo fato de não ser um homem pecador, mas apesar de ter cometido vários pecados. As características de uma pessoa assim, são: a)Confia e busca a Deus, procurando fazer a sua vontade. b)Quando confrontado, demonstra arrependimento e humildade; reconhece seus erros, confessa seus pecados e busca restauração diante de Deus (Sl 51).

O Salmo 32, de autoria de Davi, é tradicionalmente considerado um salmo penitencial, embora com uma ênfase um pouco diferente de alguns outros. Chamam-se salmos penitenciais aqueles que expressam: reconhecimento do pecado, tristeza pela culpa, confissão diante de Deus e pedido ou celebração do perdão. Este Salmo não enfatiza tanto o clamor pelo perdão, mas principalmente a alegria após receber o perdão. Este Salmo tem uma conexão direta com o Salmo 51, também de autoria de Davi.

1. A felicidade de quem foi perdoado (vv.1-2)

1  Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto.
2  Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não atribui iniquidade e em cujo espírito não há dolo.

O verdadeiro bem-estar espiritual está no perdão divino.
⊳ O perdão cobre a transgressão.
⊳ O pecado é encoberto por Deus.
⊳ A culpa não é imputada ao pecador.
⊳ Não há maldade latente no coração do perdoado.

💭Ponto para reflexão: A maior felicidade do ser humano não é material, mas espiritual – ser perdoado e reconciliado com Deus.

2. O sofrimento de quem esconde o pecado (vv.3-4)

3  Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia.
4  Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio.

Há consequências do pecado não confessado:
⊳ Sofrimento interior.
⊳ Consciência pesada.
⊳ Desgaste emocional e espiritual que afeta o físico, adoece.
⊳ Disciplina de Deus pesando sobre o culpado.

💭Ponto para reflexão: O silêncio diante do pecado produz desgaste físico, emocional e espiritual.

3. O caminho da restauração: confissão (v.5)

5  Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado.

Os aspectos relevantes sobre esse caminho da restauração a partir da consciência do pecado, arrependimento e confissão são muito bem expressos no Salmo 51 que parece anteceder a este nos escritos de Davi. Então, vejamos:

1º) Apelo à misericórdia e purificação divinas (vv.1-2)

➡ O pecado ofende a Deus e não há mérito ou justiça ou o que possamos fazer para reverter isso. O arrependimento precisa nos conduzir ao reconhecimento da graça divina.

2º) Reconhecimento pessoal do pecado (vv.3-4)

➡ É preciso assumir a culpa, sem transferir para terceiros, sem recorrer a desculpas. É preciso ter consciência do pecado, assumir a responsabilidade, compreender que todo pecado é ofensa contra Deus. O arrependimento verdadeiro não culpa circunstâncias, nem outras pessoas.

3º) Consciência da natureza pecaminosa (vv.5-6)

➡ É o reconhecimento de que a raiz do pecado é a natureza humana. O problema do pecado não é apenas comportamento, mas a corrupção interior. “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jr 17.9)

4º) Pedido de purificação espiritual (vv.7-9)

➡ Quem teme a Deus não consegue viver com o peso do pecado não confessado. O arrependimento sincero e verdadeiro busca a limpeza da alma: “Purifica-me com hissopo”; “Lava-me”; “Apaga todas as minhas iniquidades”. O arrependimento busca mais do que alívio da culpa; busca pureza diante de Deus.

5º) Desejo de transformação interior (vv.10-12)

➡ O arrependido deseja um recomeço, um coração regenerado e um espírito reto diante de Deus e dos homens. Davi não suportaria o afastamento da presença de Deus, a retirada do Espírito Santo, como ocorreu com Saul (1Sm 16.13-14). No Antigo Testamento não se trata de perder a salvação, mas de interrupção da missão. É a busca de restauração e da alegria da salvação, de fortalecimento espiritual. Arrependimento verdadeiro busca mudança de vida, não apenas perdão.

6º) Compromisso com os propósitos de Deus (vv.13-15)

➡ Quem se arrepende deseja viver para Deus: ensinar os caminhos de Deus aos transgressores, converter pecadores dos seus maus caminhos. O servo perdoado e regenerado deseja testemunhar da sua tão grande salvação, demonstrar sua gratidão, louvar e adorar ao Senhor.

7º) Compreensão do sacrifício que Deus deseja (vv.16-17)

➡ O arrependimento é mais importante que rituais. Davi tem consciência de que Deus não se agrada apenas de sacrifícios externos e vazios. Deus procura corações quebrantados, não formalismo religioso.

8º) Restauração da comunidade (vv.18-19)

➡ O arrependimento também tem impacto coletivo. Davi ora por Sião e Jerusalém. O pecado pessoal também afeta negativamente a comunidade, mas a restauração pessoal renova o interesse e investimento em prol do bem-estar desta.

Enfim:
💭Confissão sincera traz restauração imediata porque Deus perdoa completamente.

4. A segurança de quem busca a Deus (vv.6-7)

6  Sendo assim, todo homem piedoso te fará súplicas em tempo de poder encontrar-te. Com efeito, quando transbordarem muitas águas, não o atingirão.
7 Tu és o meu esconderijo; tu me preservas da tribulação e me cercas de alegres cantos de livramento.

Os fiéis, perdoados e restaurados, confiam e buscam a Deus. Deus os protege na adversidade. O Senhor é refúgio na tribulação. Há livramento e consequente alegria. Enfim, quem vive reconciliado com Deus encontra proteção espiritual.

5. A direção que Deus oferece aos seus (vv.8-9)

8  Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho.
9  Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não te obedecem.

Deus oferece instrução, ensina o caminho e dá os seus conselhos. O que não deve acontecer é ser como cavalo ou mula, que precisam de freios e cabrestos para serem dominados e conduzidos. Deus quer guiar seus filhos por entrega voluntária, não por força.

6. O contraste: ímpio vs justo (vv.10-11)

10  Muito sofrimento terá de curtir o ímpio, mas o que confia no SENHOR, a misericórdia o assistirá.
11  Alegrai-vos no SENHOR e regozijai-vos, ó justos; exultai, vós todos que sois retos de coração.

Duas situações e consequências estão reservadas:
Ímpio – Sofrerá muitas dores, frustrações e tristezas.
Justo – É cercado pela misericórdia de Deus, alegria e júbilo.

💭A vida de quem experimenta o perdão se reveste de alegria e gratidão.

💭A verdadeira felicidade está no perdão recebido e na vida guiada por Deus.

Que Deus nos ajude!

A igreja que explicita sua crença

documentos-westminster

“antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós,” (1Pe 3.15)

Introdução:

Neste estudo estaremos abordando o fato de que, principalmente as igrejas históricas e reformadas, como a Igreja Presbiteriana, adotam credos e confissões de fé, que lhe servem de balizamento para aquilo que creem e professam como sendo a doutrina bíblica essencial. Isto fazem para que seus membros possam ter mais fácil acesso e compreensão da doutrina e ensino bíblicos, de modo a blindá-los e preservá-los das heresias e toda a sorte de ventos de doutrina estranhos à Bíblia.

1. OS TRÊS PILARES DE UMA RELIGIÃO/SEITA

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RELIGIÃO: Instituição social com crenças e ritos.
SEITA: Ramo dissidente de uma religião, cujas doutrinas e métodos divergem do tronco principal, considerado herético.

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cristianismo

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Dos esquemas acima, percebe-se a importância do Fundador e das Crenças sobre os seus Seguidores.

2. TRÊS PALAVRAS IMPORTANTES: Crença, Confissão e Balizamento

“Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva.” (Jo 7.38)
“e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.” (Fp 2.11)

Durante certo tempo o livro sagrado dos cristãos, a Bíblia, era acessado por poucos. A igreja católica romana permitia que apenas uns poucos, do clero, lessem, interpretassem e ministrassem a Palavra. Os leigos não tinham esse privilégio. Com o advento da imprensa em 1455, da tradução da Bíblia para o Alemão, por Lutero, em 1534, e de outras traduções, bem como da Reforma Protestante [1], o povo passou a ter acesso a Bíblia. Com esse livre acesso e incentivo à leitura bíblica pelo povo, dá para imaginar a dificuldade que surge quanto ao entendimento do ensino e doutrina bíblicos. Portanto, era necessário unificar a visão e entendimento dos cristãos, de modo que todos tivessem a mesma crença. Parece que nestes Séculos 20 e 21 os cristãos estão vivenciando essas mesmas dificuldades, considerando as múltiplas interpretações que têm surgido a respeito do ensino e doutrinas bíblicas, agravado pelo descaso aos credos e confissões.

CRENÇA:

No geral, é a firme convicção sobre ideias, conceitos e fatos que se julga verdadeiros. Particularmente, neste estudo, é a firme convicção sobre as verdades e doutrinas bíblicas.

CONFISSÃO:

No geral, é o ato de confessar, declarar algo, que se pensa, que se crê ou que se fez.
Particularmente, neste estudo, é a declaração que se faz sobre a crença ou fé cristã.

BALIZAMENTO:

No geral, é o ato ou efeito de balizar, de demarcar com balizas; balizagem.
Particularmente, neste estudo, é o ato ou efeito de estabelecer ou demarcar os limites da crença ou fé cristã.

“A melhor maneira de manter em evidência aquilo em que cremos e confessamos é através do registro documental de nossa fé, o que é feito através dos credos e confissões da História da Igreja.”[2]

3. CREDOS E CONFISSÕES

3.1 PROPÓSITOS

a) Expressar, com clareza, aquilo em que cremos como Igreja de Cristo, a fim de manter firme a nossa profissão de fé.

b) Blindar a igreja de Cristo das heresias que geram confusão, insegurança e desvios da fé. “A comunidade dos santos sem o balizamento de suas crenças fieis à Escritura é como aquele que é agitado ‘de um lado para outro’, sendo vitimado por ‘todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.’ (Efésios 4.14).”[2]

c) Enfim, “Credos e confissões são documentos humanos, elaborados com a finalidade de nos conduzir a uma boa interpretação da Escritura e a nos auxiliar a manter vida santa e digna diante de Deus. Eles nos auxiliam a manter em evidência e clareza os ensinamentos bíblicos, a demonstrar que estamos em sintonia com os principais credos da Igreja de Cristo e a manter nossas posições e doutrinas distintas em relação às doutrinas de todos os demais grupos cristãos ou pseudocristãos afastados da sã doutrina.” [2]

3.2 PRINCIPAIS DOCUMENTOS

“Nossos documentos históricos são os credos, os catecismos, as confissões e os cânones, sendo os principais de linha reformada:

  • Credos[3]: dos Apóstolos (data indefinida), Niceno (325), Atanasiano (séc. IV), Calcedônia (451), Constantinopolitano (c. 381), 39 Artigos de Fé (1563).
  • Catecismos[4]: Genebra (1537), Heidelberg (1563), Westminster (Maior e Breve, 1647).
  • Confissões[5]: Genebra (1537), Guanabara (1557), Galicana (1559), Escocesa (1560), Belga (1561), Segunda Helvética (1566), Westminster (1646).
  • Cânones[6]: Dort (1619).

Dos documentos acima, cabe ressaltar que a Confissão Belga (1561), o Catecismo de Heidelberg (1563) e os Cânones de Dort (1619), três dos mais antigos tratados reformados, compõem o que se conhece como As Três Formas de Unidade das Igrejas Reformadas que, desde então, em todo o mundo, se adotam nas igrejas reformadas em particular e cristãs em geral, promovendo unidade mínima nos elementos centrais da fé cristã. Mais tarde, a Confissão e os Catecismos de Westminster foram influenciados por esses importantes documentos.” [2]

3.3 SÍMBOLOS DE FÉ (IPB)

“Igrejas reformadas são lembradas por serem extremamente bíblicas em suas doutrinas, e isso se dá exatamente pelo apoio que recebem dos documentos. Então, uma igreja reformada, como a Igreja Presbiteriana do Brasil, é igreja bíblica e igreja confessional, o que quer dizer que a base do que essa igreja crê sai diretamente da Palavra de Deus e é registrado de forma documental em credos e confissões que servem para o presente e o futuro da igreja, ao mesmo tempo que nos remete à nossa origem de fé.” [2]

A IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL adota os seguintes símbolos:

  • A Confissão de Fé de Westminster (a exposição dos 35 temas).
  • O Catecismo Maior de Westminster (os 35 temas em 196 perguntas).
  • O Breve Catecismo de Westminster (33 dos 35 temas em 107 perguntas).

4. AUTORIDADE E DESAFIOS

4.1 A AUTORIDADE DA BÍBLIA

Cremos que a Bíblia é a nossa única e infalível regra de fé e prática. Ela tem e terá sempre a primazia sobre qualquer outro livro ou documento. Quanto mais a lemos, não apenas uma parte, mas todo o seu conteúdo, mais conhecemos a Deus Pai, Filho e Espírito Santo, bem como seu plano e propósito para cada pessoa e para sua igreja.

“Pessoas há que estranham adotar a Igreja presbiteriana uma Confissão de Fé e Catecismos como regra de fé, quando sustenta sempre ser a Escritura sua única regra de fé e de prática. A incoerência é apenas aparente. A Igreja Presbiteriana coloca a Bíblia em primeiro lugar. É ela só que deve obrigar a consciência.

É também princípio fundamental da Igreja Presbiteriana que toda autoridade eclesiástica é ministerial e declarativa; que todas as decisões dos concílios devem harmonizar-se com a revelação divina. A consciência não deve se sujeitar a essas decisões se elas forem contrárias à Palavra de Deus.”[7]

4.2 A AUTORIDADE DOS CREDOS E CONFISSÕES

Os credos e confissões “não são, no entanto, inerrantes e nem compõem nossa única regra de fé e prática, que é exclusivamente a Bíblia Sagrada. A autoridade desses documentos é relativa e com limitações, mas, nem por isso devemos desprezar seu valor de formação e unidade para a fé cristã reformada. Na própria Escritura encontramos diversas declarações de fé, credos e confissões, como a de Filipenses 2.5-11.” [2]

“Admitir-se a falibilidade dos concílios não é depreciar a autoridade da Confissão de Fé e dos Catecismos para aqueles que de livre vontade os aceitem. Admitindo tal, a Igreja somente declara que depende do Autor da Escritura, e recebe a direção do seu Espírito na interpretação da Palavra e nas fórmulas de aplicar suas doutrinas. A Igreja Presbiteriana sustenta que a Escritura é a suprema e infalível regra de fé e prática; e também que a Confissão de Fé e os Catecismos contém o sistema de doutrina ensinado na Escritura, e dela deriva toda a sua autoridade e a ela tudo se subordina.”[8]

4.3 O DESAFIO PERMANENTE

a) Combater a leviandade espiritual

“Dentro da própria Igreja de Cristo, inclusive nas igrejas históricas, vivemos dias em que os credos e confissões sofrem grande rejeição, mas isso precisa ser detido e revertido. Parte considerável dos desvios e da leviandade espiritual contemporâneos são decorrentes de não se terem em alta conta as verdades expressas nos antigos documentos da cristandade.” [2]

b) Combater os modismos teológicos

Vivemos um tempo em que lideranças de igreja vão estabelecendo novas interpretações da bíblia, de forma a harmonizar ou acomodar situações contemporâneos ou de conduta, ao sabor de suas opiniões pessoais. “Com o passar do tempo, o afastamento da centralidade da Escritura se torna inevitável. Em outras palavras, se mantivermos fidelidade aos credos e confissões, teremos mais chance de manter a nossa fé clara e bem compreendida, enquanto temos liberdade de manter diálogo e debate teológico de alto nível, ao passo que as igrejas que não são fiéis a tais documentos incorrem em nítidos perigos de manipulação da fé.” [2]

c) Preservar a liturgia do Culto

“Nas igrejas reformadas, nós não confessamos apenas o Sola Scriptura, nós também incrementamos a autoridade da Escritura em nossa adoração, em nossa música, na forma e conteúdo de nossos sermões e ensinamentos, o que é guiado pelas conceituações apreendidas em nossos credos e confissões reformados, que demonstram para nós a continuidade da aliança de Deus conosco, mesmo em meio a variações de costumes e tempos.” [2]

Conclusão:

“Não podemos ser como crianças na fé, instáveis, levados de um lado a outro por qualquer coisa que leiamos e ouçamos por aí. Nossa fé é baseada na Escritura e é alimentada pelos estudos e observações aos nossos documentos confessionais.”[2] Precisamos ter sempre em mente que somos igreja e, como tal, precisamos conhecer, viver, praticar e testemunhar nossa Crença, nossa Fé: “antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós,” (1Pe 3.15)

Você conhece, pelo menos, a essência da sua fé em Cristo?

[1] Reforma Protestante: 31/10/1517 – Fixadas as 95 teses na porta da igreja do Castelo de Wittenberg.
[2] EBD – Módulo 5 – Aula 1 – A igreja que sabe no que crê – Pr. Joel Theodoro
[3] Credo: Fórmula doutrinária.
[4] Catecismo: Exposição de fé e de doutrina da Igreja.
[5] Confissão: documento que expressa consenso doutrinário entre as diversas Igrejas Reformadas.
[6] Cânone: Regra geral, preceito, norma.
[7] Símbolos de Fé, pág. 15 (Editora Cultura Cristã)
[8] Símbolos de Fé, pág. 16 (Editora Cultura Cristã)

Nota: esboço pessoal de aula, preparado por mim, para facilitar a ministração da Aula 1 (A igreja que sabe no que crê) – Módulo 5 – EBD Catedral 2016, de modo a atender a temática proposta no material elaborado pelo Pr. Joel Theodoro para os alunos. Foram feitas algumas alterações para divulgação neste blog.