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Archive for julho \14\America/Sao_Paulo 2016

Raabe e seu tempo de restauração

Raabe_PRC

Introdução:

Por mais que você esteja vivendo um daqueles momentos em que se diz “se melhorar estraga”, temos que admitir que esta nossa existência terrena é um tempo de aflição. Tudo parece ir bem, mas de repente uma demissão do emprego, um acidente trágico envolvendo um membro da família, um diagnóstico de câncer, uma fala inesperada do cônjuge “não dá mais, estou te deixando” etc, muda tudo. O apóstolo Paulo nos apresenta o contraponto entre o tempo presente e a glória futura: “Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós.” (Rm 8.18). Quem é de Deus não pode fechar-se no seu mundinho, quando tudo está bem, desprezando todo o sofrimento ao seu redor. Também, não pode absorver todo o sofrimento alheio ao ponto de adoecer, de entrar em depressão. Deus é um Deus de restauração! Quem está em Cristo já experimentou essa ação transformadora do Espírito Santo, fazendo-nos novas criaturas, prontos para viver uma vida abundante. Ainda que venham as dificuldades, ele está conosco e nos sustenta. Mas, muito perto de nós, há pessoas que ainda precisam experimentar a verdadeira restauração que vem de Deus. Nem todos vão atender ao chamado de Deus, mas se alguém o fizer, já é alguma coisa. Raabe ilustra bem isso.

1. O CENÁRIO DA CALAMIDADE (Js 2.1-2)

Se você está preocupado em morar no bairro ou na rua onde está morando. Se você está preocupado e inseguro com o cenário nacional. Então, penetre um pouco no cenário de calamidade em que vivia Raabe.

a) Vida desprezível – mulher prostituta.

Ser mulher, naquela época, era algo extremamente desafiador. Não era contada no censo, não tinha direitos nem vontade própria. O pai ou o marido podiam interromper o voto que fizesse (Nm 30.3-8). Se isso ainda fora pouco, imaginem o desprezo de ser uma meretriz, uma mulher prostituta. Naquela época de raras oportunidades de trabalho para a mulher, algumas, em desespero, apelavam para essa forma de vida para não morrer de fome.

b) Destruição total iminente

Ela vivia em Jericó. A notícia de que um povo saíra do Egito de forma espantosa já havia chegado lá. Esse povo, ajudado por um Deus mais poderoso do que todos, estava varrendo todas as nações em seu caminho. Agora, estava às portas da sua terra para destruir tudo: cada homem, cada mulher, cada idoso, cada criança (Js 6.21).

Ponha-se no lugar dela. O que de pior ela podia esperar? É que os espias do povo inimigo e invasor escolhessem justamente sua casa, e seu rei fosse avisado disso. No pior momento da vida de uma pessoa, Deus pode transformar calamidade em oportunidade. Mas certamente isso irá depender da nossa reação, da nossa atitude, da nossa decisão naquela hora.

2. O CENÁRIO DA OPORTUNIDADE (Js 2.3-13)

Na verdade, a oportunidade bateu à porta da casa de Raabe. Não eram mais dois clientes para usufruírem dos seus serviços, propiciando recursos para sua subsistência por mais alguns dias. Antes, porém, eram dois agentes de oportunidade, com potencial para reverter o seu estado de calamidade, capazes de mudar completamente a história da sua vida e família. Os passos da restauração foram os seguintes:

a) Acolhimento (vv. 3-7)

Quando a oportunidade bate à nossa porta, é pegar ou largar. Nesta hora, o tempo não é um aliado, mas um carrasco. Quando se leva uma vidinha vazia de tudo, quando se chega ao fundo do poço, quando não se tem mais nada a perder, o melhor mesmo é agarrar a oportunidade com todas as forças. Em alguns minutos todo o seu passado, presente e futuro passou em sua mente e ela decidiu acolher aquela oportunidade; esconder e proteger os espias de Israel.

b) Fé (vv. 8-11)

Raabe não é lembrada ou mencionada na Bíblia por sua mentira aos enviados do seu rei, nem por ter exercido um alto cargo em Jericó ou Israel, mas por sua fé: “Pela fé, Raabe, a meretriz, não foi destruída com os desobedientes, porque acolheu com paz aos espias.” (Hb 11.31). Ou, segundo Tiago, por obras que comprovavam sua fé: “De igual modo, não foi também justificada por obras a meretriz Raabe, quando acolheu os emissários e os fez partir por outro caminho? (Tg 2.25). Há muitas mulheres que desempenharam papel importante nas histórias narradas na Bíblia, mas que não foram contempladas com qualquer registro de algo que tenham falado. Entretanto, a fala de Raabe é registrada. Qual a visão que você tem de uma prostituta? Raabe é surpreendente nas confissões que faz:

  • Ela tinha convicção dos propósitos do Senhor: “Deus vos deu esta terra” (v.9). Talvez nem Josué tivesse tanta certeza disso.
  • Ela estava bem informada dos feitos do Senhor: ”Porque temos ouvido que o SENHOR secou as águas do mar Vermelho diante de vós, quando saíeis do Egito; e também o que fizestes aos dois reis dos amorreus, Seom e Ogue, que estavam além do Jordão, os quais destruístes.” (v. 10).
  • Ela fazia uma leitura correta do estado de espírito do seu povo: “…Ouvindo isto, desmaiou-nos o coração, e em ninguém mais há ânimo algum, por causa da vossa presença;” (v. 11a)
  • Ela fez uma declaração extraordinária sobre quem era aquele Deus de Israel: porque o SENHOR, vosso Deus, é Deus em cima nos céus e embaixo na terra.” (v. 11b)

c) Clamor e Súplica (vv. 12-13)

Acolher, crer e confessar, depois suplicar são os passos que conduzem à restauração de uma vida. Raabe continua nos surpreendendo.

  • Ela é uma mulher de família; com pai, mãe, irmãos e irmãs.
  • Ela intercede por sua vida e pela casa do seu pai.
  • Ela pede um “sinal certo” de que seria atendida.

3. O CENÁRIO DO COMPROMETIMENTO (Js 2.14-22)

É notório verificar que Raabe, tão necessitada de restauração e ajuda, foi capaz de importar-se com a:

  • Preservação da sua família.
  • Preservação dos espias.
  • Preservação do trato ou juramento ou pacto.

Já li esta história muitas vezes, mas desta vez algo muito forte me chamou a atenção: Uma parte deveria preservar a outra e ambas deveriam cumprir o trato para que houvesse um final feliz para ambas as partes. Há aqui duas preciosas mensagens para cada crente e para a igreja de Cristo.

1ª) Igreja é corpo de Cristo e no corpo, cada membro precisa preservar o outro membro do corpo. O apóstolo Paulo nos convoca à reflexão e nos alerta: “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor. Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede que não sejais mutuamente destruídos.” (Gl 5.13-15). Portanto, precisamos estar comprometidos com a preservação do corpo de Cristo.

2ª) Havia ali duas partes envolvidas e um trato. Ambas as partes deveriam se comprometer com o trato e cumpri-lo. Raabe deveria: não denunciar os espias, trazer sua família para dentro de sua casa e sinalizar sua casa. Os dois espias deveriam informar tal trato a Josué que juntamente com o exército de Israel deveriam poupar a casa sinalizada. Há em alguns elementos desta narrativa uma boa ilustração do pacto da Graça salvadora de Deus, em Cristo Jesus. Josué e os espias representam a parte divina; Raabe e sua família representam a parte humana. Josué representa Deus e os espias representam Jesus, o enviado de Deus e mediador da Nova Aliança. Tanto nesta ilustração da graça, como na do sacrifício oferecido por Abraão, Isaque e os espias foram poupados, porque o que estava na pauta divina era o teste da fé de Abraão e de Raabe. Raabe representa os remidos do Senhor, alcançados pela graça e misericórdia de Deus. A família de Raabe representa aqueles são abençoados nesta vida pela proximidade e convívio com os remidos do Senhor, embora isso não lhes garanta a vida eterna. O cordão de fio escarlata amarrado à janela (Js 2.18) tem o mesmo simbolismo do sangue do cordeiro aplicado nas “ombreiras e verga da porta” da casa de cada israelita, quando da saída do Egito (Ex 12.7); representa o sangue de Cristo vertido na Cruz, o único meio de aplacar a ira divina contra o pecador. Jericó representa o mundo ímpio e pecador a ser totalmente destruído no dia do juízo: “Porém a cidade será condenada, ela e tudo quanto nela houver; somente viverá Raabe, a prostituta, e todos os que estiverem com ela em casa, porquanto escondeu os mensageiros que enviamos.” (Js 6.17). O trato representa o pacto da graça. Para ser poupado era indispensável estar dentro do lugar designado e sinalizado. Na graça, este lugar não é físico. Não é um templo com uma cruz no topo da sua fachada (simbolizando a casa de Raabe e o cordão escarlata). Não é o rol de membros de uma igreja local. Antes, porém, é o lugar da obediência ao pacto da graça, da resposta positiva, pela fé, ao chamado divino (Jo 1.12-13).

Conclusão:

É motivador constatar que a restauração:

a) Conduz a uma nova vida, digna e abundante: “Mas Josué conservou com vida a prostituta Raabe, e a casa de seu pai, e tudo quanto tinha; e habitou no meio de Israel até ao dia de hoje, porquanto escondera os mensageiros que Josué enviara a espiar Jericó.” (Js 6.25).

“Somos propensos, muitas vezes, a pensar que Deus, para ser justo, deve restringir sua oferta de salvação apenas às pessoas moralmente dignas. Mas a mensagem bíblica, revelada tanto no Antigo Testamento como no Novo, é que a oferta de salvação é extensiva a todos os pecadores. São de Cristo as palavras: ‘Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes. Não vim chamar justos, e sim pecadores ao arrependimento’ (Lc 5.31 e 32). Em Isaías 1.18 é apresentado o convite: ‘Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.’” (Alberto R. Timm)

b) Pode nos surpreender com privilégios inimagináveis, como o de Raabe ter sido inserida na genealogia de Jesus. (Mt 1.5)

As dez portas de Jerusalém

As dez portas

As dez portas mencionadas em Neemias 3, quando da restauração dos muros de Jerusalém, nos sugerem as seguintes mensagens, com a devida licença teológica:

Muros Jerusalém_PRC1. A Porta das Ovelhas:

Esta porta ficava nas proximidades do templo e do tanque de Betesda (Jo 5.2). Foi a primeira mencionada em Neemias 3.1 e simbolicamente é a mais importante. Ela nos remete a Jesus:

“Jesus, pois, lhes afirmou de novo: Em verdade, em verdade vos digo: eu sou a porta das ovelhas.” (Jo 10.7).  Ele é o Cordeiro de Deus, o autor da salvação. “Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem.” (Jo 10.9).

Sua mensagem: Restauração da nova vida em Cristo.

É um retorno ao início de tudo, ao primeiro amor.

2. A Porta do Peixe:

Esta porta se refere a peixes e por extensão a pescadores. Jesus começou seu ministério chamando pescadores e lhes propôs fazê-los “pescadores de homens”: “Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens” (Mt 4.19)

Sua mensagem: Restauração de uma vida de testemunho.

Fala de reprodução e crescimento através do serviço mais sublime de ganhar almas para Cristo. É o resgate do IDE de Jesus – “Ir Diariamente Evangelizando”. É testemunhar o que Cristo fez em mim e quer fazer em você.

Evangelização é ordem do Senhor Jesus; Missão da Igreja; Privilégio e dever do cristão; a necessidade de cada criatura humana ainda não alcançada.

3. A Porta Velha:

…Ponde-vos à margem no caminho e vede, perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho; andai por ele e achareis descanso para a vossa alma;…” (Jr 6.16).

O Senhor Jesus disse: “Eu sou o caminho …”. O caminho apertado que começa lá cruz, mas que foi construído desde os céus, passando pelas páginas proféticas do Antigo Testamento.

Sua mensagem: Restauração e retomada do velho, mas sempre “novo e vivo caminho” (Hb 10.20).

O caminho trilhado pelos antigos profetas e apóstolos e por todos os que tomaram a decisão de viver sob a graça de Deus.

4. A Porta do Vale:

Esta porta, situada no lado sul do muro, dava acesso ao Vale de Hinom. Vale, nos remete a provação, angústia e dificuldade. A Bíblia diz:

Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; …” (Sl 23.4).

Sua mensagem: Restauração da fé e confiança em Deus que há de nos sustentar nos momentos mais difíceis da caminhada.

A caminhada do cristão não é feita só de gozo e facilidades. Entretanto, as turbulências da vida, a sombra da morte, não trazem temor ao cristão, pois ali sempre haverá uma porta de escape; para o refúgio providenciado por Deus para os seus remidos ou para a Jerusalém celestial, se o Senhor o chamar.

5. A Porta do Monturo:

Monturo é lugar de despejo de lixo e imundícies. Tanto a Porta do Vale, quanto a do Monturo, ficavam na parte sul do muro. Ambas davam acesso ao vale de Hinom, lugar em que inicialmente os idólatras sacrificavam seus filhos a moloque. O lugar foi contaminado pelo rei Josias e se tornou emblema de pecado e maldição. Ali o fogo ardia continuamente sobre o lixo, dando origem a palavra Geena, o lugar dos castigos eternos. A Bíblia diz:

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1.9).

Sua mensagem: Restauração da comunhão com Deus após os eventuais tropeços e escorregadelas da caminhada.

Toda a contaminação do pecado durante a caminhada deve ser lançada pela porta do monturo. O sangue de Cristo nos purifica de todo o pecado.

6. A Porta da Fonte:

Esta porta estava situada no lado leste do muro e sugere a presença de uma fonte ali. A Bíblia diz:

Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva.” (Jo 7.38).

Sua mensagem: Restauração da unção do Espírito Santo em nossa vida.

O Espírito Santo faz habitação no crente e realiza neste o novo nascimento e conversão (Jo 3.5). Entretanto, ao longo da caminhada ele pode ser colocado de lado e sua atuação fica sufocada. Ele precisa encher-nos outra vez, pois precisamos de sua plenitude e dos seus dons para uma caminhada com autoridade espiritual.

7. A Porta das Águas:

Estava situada no mesmo lado da Porta da Fonte, contígua a esta. A Bíblia diz:

Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado” (Jo 15.3).

Sua mensagem: Restauração da santidade de vida pela assimilação e prática das Escrituras.

A Palavra de Deus nos lava a cada contato com ela, como faz a água (Ef 5.26). Ela nos aproxima de Deus e revela a sua boa, agradável e perfeita vontade (Rm 12.2). Ela também nos ilumina, guia e instrui pelo caminho que devemos andar, para não pecarmos contra Deus. Assim como a água é necessária e indispensável, para o corpo e para a vida, a Palavra de Deus é essencial para a preservação da vida espiritual.

8. A Porta dos Cavalos:

Os cavalos eram usados pelos soldados na guerra e em muitos serviços do cotidiano dos seus donos. O crente é salvo para servir sempre e de forma incondicional ao seu Senhor. Jesus disse aos seus discípulos, após lavar-lhes os pés:

Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.” (Jo 13.15).

Sua mensagem: Restauração da entrega incondicional ao serviço do Senhor.

Nossa oração deve ser: Usa-me Senhor Jesus, como usastes aquele simples e humilde jumentinho na tua entrada triunfal em Jerusalém. E, assim, através do serviço prestado a ti, nesta minha curta caminhada terrena, seja exaltado e glorificado o teu nome.

9. A Porta Oriental:

Como o nome sugere, esta porta ficava no lado leste do muro e do lado leste do Templo. Era o acesso principal ao Templo. Ficava do lado do nascer do sol, que desde o horizonte se projetava sobre o templo. Tal imagem e figura tornam-se ricas em simbolismos escatológicos.

“Mas para vós outros que temeis o meu nome nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas;” (Ml 4.2a).

Sua mensagem: Restauração do Reino do Senhor Jesus sobre a terra.

Aquele que lança os seus primeiros raios sobre o templo prefigura o Senhor Jesus, o sol da justiça, que estenderá sobre toda a terra o seu governo e justiça, quando do seu reino milenar. O crente espera pelo raiar desse dia, quando o Senhor Jesus voltará para levá-lo consigo. “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR; como a alva, a sua vinda é certa;” (Os 6.3a).

10. A Porta da Guarda (Mifcade):

Finalmente, temos a Porta da Guarda ou Mifcade. Alguns a interpretam como porta de acesso a lugar de revista de tropas ou inspeção; outros, a acesso a lugar de julgamento. Isso nos remete à ideia de prestação de contas. Portanto, esta última porta traz a mensagem do que devemos guardar e, também, daquilo que Deus tem guardado para nós. A Bíblia diz:

“Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, guarda-o e arrepende-te. Porquanto, se não vigiares, virei como ladrão, e não conhecerás de modo algum em que hora virei contra ti.” (Ap 3.3)

Enquanto aguardamos a Segunda Vinda de Cristo, somos alertados neste último livro da Bíblia, a preservarmos tudo o que Deus nos tem revelado. Nada disso pode ser comparado e trocado pelos prazeres efêmeros ou propostas do presente século. Por outro lado, o Senhor há de recompensar os que permanecerem fiéis, dedicando-se a realizar a sua vontade, conforme sua promessa:

“E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras.” (Ap 22.12)

Sua mensagem: Restauração da esperança nas promessas do Senhor.

Esperança que conduz a guardar-se da contaminação do mundo e a guardar, com todo o cuidado e zelo, o tesouro da revelação de Deus. Para estes o Senhor tem guardado o seu galardão.

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Veja, ainda, E-Comentário gratuito do Livro de Neemias.

https://pauloraposocorreia.com.br/category/e-comentarios/neemias/

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