As dez máximas do Evangelho

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16)

Esta conjunção coordenativa explicativa que inicia o versículo é seguida da: maior resposta à necessidade humana de salvação eterna; maior expressão da graça divina.

O maior e mais poderoso ser eternamente existente, tanto no mundo espiritual como no material, o Supremo Criador, Sustentador e Governante do universo visível e invisível aos olhos humanos. (At 17.24-28)
A maior e mais excelente virtude que há, sendo ela a própria essência de Deus (Deus é amor!). (1Jo 4.7-8; 1Co 13.13)
O maior conjunto de seres humanos, os habitantes do planeta Terra de todas as épocas. (Jo 17.3)
O maior grau de intensidade, inalcançável pela mente humana. (1Jo 4.11; 1Pe 1.18-19)
A maior demonstração e prova do verdadeiro amor, o maior e perfeito sacrifício vicário (substitutivo) pelo pecador condenado pela justiça divina (eu, você e todos os outros humanos). (1Jo 4.10)
O ser mais sublime, o Deus-homem e homem-Deus, único, a expressão máxima do ser de Deus – Jesus Cristo. (Cl 1.15)
O ser humano mais privilegiado e bem-aventurado – aquele que crê no Filho de Deus. (Jo 3.36)
O maior e mais importante livramento que o ser humano pode experimentar – da morte eterna ou da eterna separação do Criador. (Rm 5.12)
O maior desejo e anseio humanos, o de “ter” algo de valor, que muitas vezes se mescla ou se confunde com o de “ser” (Ex.: ter saúde – ser saudável etc.). (Mc 8.36)
O maior e mais precioso tempo de existência, incomensurável. (1Co 2.9)

Diante dessa tão extraordinária e sublime revelação, qual tem sido a sua atitude?

Paulo Raposo Correia

João 3.16 (Evangelho)